Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Madame NASA, a Bufa !

Amigos e amigas.


Não consigo resistir a contestar, comentar, duvidar, etc, da "siência muderna" que insiste em nos enfiar todo tipo de sandices ou similares. Segundo ela, independente da Terra se mover a mais de 900 mil km/h pelo espaço acompanhando o Sol, há cerca de 150 mil satélites e lixo espacial que se mantêm firme e fielmente em órbita terrestre (Viva a gravidade !!). Afirma, também, que "eles são pequenos demais para serem vistos nas filmagens do espaço", apesar da quantidade. Que conveniente! Nem mesmo o "balão-Fantástico" abaixo conseguiu mostrá-los.



Mas há, também, a "espetacular" (e risível) Estação Espacial Internacional, a ISS, que orbita o planeta a supervelocidade e que facilmente poderia "trombar" com N desses 'satélites e entulhos'. No entanto, isso NUNCA ocorreu, apesar de longas filmagens feitas a partir dela. Além de tudo, madame nasa dá todos os subsídios para seus detratores (como eu e os caras abaixo) de chamá-la de tudo, menos honesta, respeitável e similares. Exemplo mais recente:



Relembrando afirmações da nasa:

1. A ISS está a 400km acima do globo, 
2. A ISS é do tamanho de um campo de futebol.
3. A ISS pode ser vista a olho nu da terra.
4. A ISS da uma volta inteira no globo a cada 90 minutos (27 mil km/h!).

... mas a ISS ficou invisível quando um foguete esteve a 177 km acima do globo e filmando a Terra do espaço durante 4 horas e meia. Continuando:

1. Existem dezenas de milhares de satélites.
2. A altura dos satélites varia entre 300km - 3000km.
3. Diz-se até que alguns satélites podem até ser vistos a olho nu da terra.
4. Satélites são geoestacionários e móveis.

... mas todos ficaram invisíveis quando um foguete esteve a 177 km acima do globo e filmando a Terra do espaço durante 4 horas e meia.

Temos também, o SPACEX, que a mídia jura de pés juntos que é real:

SpaceX: foto "realíssima" !!!
Por essas e tantas outras que sou um detrator da nasa, que até hoje, não nos presenteou com UMA FOTO SEQUER da Terra por inteira (incluindo a acima). Estou farto de cálculos, hipóteses, teorias, ilações, conclusões sem comprovações, etc. Aceito, futuramente, passar por babaca ou similar se aparecerem as PROVAS do que se afirma sobre o "globo terrestre", o Sol, o "heliocentrismo", o "sistema solar", o "big bang", etc.

Até lá, permitam me divertir (seriamente) expondo as grotescas mazelas 'nasais'.
FAB29

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

"O diabo não é tão feio..."

Amigos e amigas.
O autor do artigo abaixo, que traduzi DAQUI, expõe seus motivos que o fazem acreditar que Hitler não era o vilão que a propaganda sionista propaga aos quatro ventos há décadas.

Vários dos seus argumentos, eu próprio já constatei nas minhas leituras, são corretos e verdadeiros. Principalmente, toda a onerosa maquinaria de assassinato em massa que os sionistas e os ditos "sobreviventes" insistem em apregoar como verdadeira não tem nenhuma razão e condição de ter existido. Qualquer retardado saberia raciocinar esta obviedade: se os alemães quisessem mesmo exterminar o maior número de judeus da maneira mais eficiente possível, bastaria enfiar uma bala na cabeça de cada judeu que encontrassem (este esquema super eficiente era a especialidade dos Aliados bolcheviques).

Leiam e vejam se concordam em alguma coisa.
FAB29
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Ele mesmo (Pound), um mártir da liberdade.
Sempre que você ouvir alguém expor (repetir) as mentiras sobre Hitler ser um terrível assassino de judeus, por favor, sempre faça questão de simplesmente perguntar: "De onde você conseguiu essa informação?"
Se Hitler queria matar judeus, por que em todos os seus discursos e manuscritos e em seu livro "Mein Kampf" ele não menciona isso? Ele acabou por se esquecer? Não, ele não o disse ou escreveu porque ele não teve intenção de matar judeus.
Não importa qual a quantidade de destruição que ele tenha eventualmente observado ter sido feita pelos judeus ao seu povoele tinha suficiente auto-disciplina e código de ética para não se vingar. Sendo um caráter forte, ele foi capaz de subir acima da escuridão, os padrões demoníacos da mentalidade judaica, e mostrar a auto-contenção e humildade.
Foi por isso que ele criou os campos de 'contenção' e trabalho para os judeus; não campos de extermínio, com toda certeza.
Detentos libertados.
De uma série de "Fotos pouco vistas"
2 /. Ele se preocupava com as condições dos judeus nos campos de trabalho
Sem o conhecimento de milhares de milhões de pessoas, os campos nazistas não eram campos de morte, nem foram realizados neles de experimentos humanos. Eram simplesmente campos de confinamento. Alguma coisa tinha que ser feita com esses judeus anti-sociais destrutivos que estavam estrangulando a Alemanha. Graças aos judeus, a Alemanha tinha perdido seu código moral e se degradado e desculturado. Isso soou um alerta?
Alguma coisa tinha que ser feita! E Hitler fez alguma coisa: ele colocou todos os judeus (possíveis) em campos de confinamento com vista a permitir que a Alemanha retomasse o fôlego. Mas - este é o ponto-chave neste ensaio / peça - fê-lo de uma forma que era ética. Os acampamentos tinham comida suficientemente decente (tendo em conta que era tempo de guerra), eles tinham teatros, piscinas, campos de futebol, correios, onde os detentos podiam se comunicar com o mundo exterior, jardins de infância, arte e música recreação e até mesmo prostitutas. (ver todos estes detalhes AQUI.)
Saneamento de qualidade dentro dos acampamentos era primordial e por isto, as roupas dos detentos eram regularmente fumigadas com gás Zyklon B. Não houve câmaras de gás humanas. Essa é uma GRANDE MENTIRA KOSHER (ver AQUI e AQUI)que o mundo teve de suportar por mais de meio século.
Olimpíada interna nos campos de concentração. Leia AQUI
Mais sobreviventes saudáveis
3 /. Ele tentou impedir a destruição de seus colegas europeus
Numerosas ocasiões, Hitler tentou avisar e ajudar seus irmãos companheiros sobre a armadilha judaica em que haviam caído e quem realmente estava por trás de todo o belicismo. Ele largou panfletos de aviões tentando na intenção de impedir que a Alemanha e a Grã-Bretanha lutassem. Inicialmente, ele queria fazer alianças com a Grã-Bretanha.
Muitas vezes, ele deu oportunidades para as forças opostas da Europa, onde ele poderia tê-los abatidos. Era a sua angústia espiritual interna estar lutando (se defendendo) entre os seus irmãos e irmãs europeus. Ele fez tudo o que pôde para evitar a guerra; ele não era o senhor da guerra que todos nós temos sido levados a acreditar.
4 /. Ele se preocupava apaixonadamente com seu povo e a herança alemã
Hitler observava as maquinações degradantes dos judeus na Áustria e na Alemanha. Ele não só se revoltou e se irritou, mas se entristeceu por ver como estas duas nações estavam sendo destruídas de dentro para fora como um câncer - um câncer que seus compatriotas sonolentos não podiam ver. Exatamente a mesma angústia que encontramos
nos que são judeus conscientes. Ele era um homem que se preocupava com a sociedade, um homem que se preocupava com a cultura, que se preocupava com a natureza, sobre os valores morais e sobre a construção e melhoria ao invés de destruir e degradar.
Ele era um homem que lutou por seu país, nas trincheiras e foi hospitalizado pelo seu país. Ele era um verdadeiro porta-voz do povo, para o povo, que tinha diligentemente trabalhado seu caminho a partir das bases. A partir de pequenas conversas estimulantes com seus companheiros operários em construção de sites, de conversações em casas de cerveja, os discursos em porões, em paços municipais.
5 /. Ele era um homem humilde, de uma origem humilde
Algum de nós consegue citar um atual político ocidental que possa afirmar isso nos dias de hoje? Não, hoje eles são todos criminosos, alimentados através do sistema penal kosher. Tudo construído sobre o ganho materialista e elogios. Todo o conteúdo com a besta que serve para seus interesses demoníacos e de auto-serviço. Suas ganância e arrogância não tem limites.
Hitler trabalhou na construção de sítios como operário por reclamar demais. Quantos desses sanguessugas, entenda-se políticos, você sabe possuir tal experiência? Ele também era um humilde artista de rua, mal tendo para sobreviver. Alguns dias, ele teve que decidir se queria usar seus magros rendimentos em um livro político ou para comer - ele optou pela primeira. Agora, é um ardor na política e uma unidade para a reforma social.

A humildade de um soldado
6 /. Ele trocou correspondência com Mahatma Gandhi
Isso por si só não sugere necessariamente que ele era uma boa pessoa. Porém, mais do que tudo, Gandhi e Hitler tinham um alinhamento em muitas questões. Ambos reconheceram a força do mal que enfrentavam e ambos estavam vindo de uma posição humanitária. O ponto de partida foi Gandhi não ter se correspondido com um assim chamado louco ditador do Mal, obcecado em querer matar os judeus e governar o mundo.
7 /. Ele era um homem de Deus
Hitler não era um ateu - apesar de que a máquina de propaganda judaica quer que nós acreditemos nisso. Ele muitas vezes fez referências a Deus e falou em termos de uma Divindade. Ele era alguém que podia claramente fazer a conexão entre a lei divina e as leis naturais. Ele foi espiritual e moralmente conduzido ao longo de toda a sua carreira política. Leia seu livro "Mein Kampf" para ver sua referência consistente com os valores cristãos.k
"Não toleramos ninguém em nossas fileiras
que ataque as idéias do Cristianismo.
Nosso movimento é Cristão!"
8 /. Ele implementou a reforma cultural e social
Ao longo da carreira política de Hitler, seu tema comum era sobre 'limpeza'. Ele tinha visto a sujeira que os judeus haviam criado e queria desesperadamente que a Alemanha revertesse essas tendências degradantes. Ele proibiu supermercados, porque ele queria que pequenas empresas locais prosperassem. Ele proibiu arte moderna degradante, como ele reconheceu o motivo dela. Ele proibiu a vivissecção (experimentação em animais), porque, em sua sabedoria, ele pôde ver o quão inútil e desnecessária ela era.
Ele incentivou as atividades dos jovens saudáveis ​​e programas sociais para aumentar o orgulho cultural e autoestima do indivíduo, tais como esportes e atividades recreativas. Ele encorajou os homens a serem homens e mulheres a serem femininas. Ele ajudou a trazer beleza, limpeza e orgulho de volta para o povo da Alemanha
9 /. Ele combateu a usura
Usura é a arma mais poderosa da elite demoníaca judaica entre todo o seu armamento de armas destrutivas. Mais poderosa do que seus venenos e até mesmo suas técnicas de controle mental. Porque é a sua utilização de juros compostos que lhes permite criar um estrangulamento em todos os setores e, portanto, todos os níveis da sociedade. Ninguém pode escapar da usura - todo mundo está infectado por ela.
Foi por isso que Hitler criou sua própria moeda independente, como um primeiro passo, quando ele chegou ao poder. voilá! Foi por isso que a Alemanha foi capaz de voltar a ficar em pé e florescer como todas as nações deveriam. Hitler reconheceu a invenção judaica da usura como ilegal, ímpia e antinatural e como uma maldição talmúdica que paralisou cada nação hospedeira em que os judeus entravam, provocando definitivamente, a sua morte. Hitler libertou seu povo desta maldição.

Só para finalizar, uma frase de um "digno" e nada saudoso representante dos "vencedores da 2ª Guerra", que sobreviveu ao sexto transplante cardíaco:

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Polemizar é preciso

Amigos e amigas.
A História nunca é linear. Há tantos meandros no seu tecido que a rede formada não deixaria passar nem o ar.
O historiador judeu Shlomo Sand é um desses que vão na contramão da "oficial", sem se importar em ferir suscetibilidades. O que é, tem de sempre ser!
Na entrevista abaixo, ele fala sobre os primórdios do seu povo. Impressionei-me! O cara é, no mínimo, corajoso!
Dêem uma olhada e vejam o porquê dele ser tão malvisto (até malquisto) pelo sionismo.
FAB29

Entrevista: Shlomo Sand

“Os palestinianos são os autênticos descendentes dos judeus”

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- Dizer que o povo judeu é uma invenção do século XIX parece uma provocação.
- No final do século XVIII e princípio do XIX surgiu o nacionalismo, e durante a segunda parte do séc. XIX cimentou-se a ideia do nacionalismo judeu. Os franceses sabiam que o seu povo existia desde os gauleses, os alemães que existiam desde os teutões e os judeus começaram a pensar que eram um povo desde o segundo Templo.
O Estado de Israel diz que é o Estado do povo judeu e que é um Estado democrático e judeu, o que é um oximoro, uma contradição”

- Na sua opinião, isso não é correto.
- Defendo que isso é uma “invenção”, como também não creio que existisse um povo francês 250 anos atrás. A maioria que vivia no reino francês não sabia que eram franceses, inclusive não o sabiam na primeira metade do século XIX.

- Contudo, os judeus sempre tiveram uma identidade.
- Não creio que tivesse existido um povo judeu até recentemente. Inclusive lhe direi que penso que nem hoje existe um povo judeu.

- Por que?
- A Bíblia não é um livro de História, é um livro de Teologia. Foram os protestantes, e depois os judeus, que converteram a Bíblia num livro de História.

- O povo judeu é uma invenção cristã?
- Exatamente. Vejamos, por exemplo, o suposto exílio judeu. O exílio nunca existiu. Quando os romanos destruíram o Templo no ano 70 da era cristã, não expulsaram os judeus pela força. Os romanos nunca exilaram a povos, algo que, sim, fizeram os assírios e os babilônios com algumas elites.

- Quando começou então essa versão da história? 
- A história sionista aproveitou o mito cristão do mártir Justino, que foi o primeiro a afirmar, no século III, que Deus castigou os judeus com o exílio porque não aceitaram Jesus. Essa foi a primeira vez que se afirma que os judeus foram deportados.

- Então, não houve deportação…
- É verdade que os romanos não permitiram aos judeus viverem em Jerusalém, mas os cristãos criaram a fantasia de que não se lhes permitiu viver em toda a Judeia. A raiz do mito do exílio judeu é cristã. Jamais houve exílio. Não existe nenhum livro científico que o afirme. Nas notas de 50 shekels diz-se que Tito deportou os judeus, mas isso é um mito.

- Isso vai contra o que se afirma normalmente.
- Exato, embora atualmente existam historiadores que dizem “Bom, não houve exílio, mas sim, houve emigração”. O certo é que, como os gregos e os fenícios, os judeus viajaram pelo Mediterrâneo…

- E isso não é correto? Na Península Ibérica já havia judeus nessa época.
- Antes de Jesus Cristo, havia na Palestina entre meio milhão e um milhão de judeus. A grande maioria, noventa ou noventa e cinco por cento, eram camponeses. Os judeus não eram como os fenícios ou os gregos, não viajavam tanto pelo mar. A proporção dos que saíram é infinitamente muito pequena.

- Mesmo depois da destruição do Templo no ano 70?
- Inclusive nessa época. O que aconteceu antes do ano 70, no período que vai dos Macabeus a Adriano, foi que o judaísmo começou a dispersar-se. Atenção, foi o judaísmo que se dispersou, não os judeus. É verdade que saíram comerciantes e soldados que levaram consigo a idéia monoteísta, mas não foram muitos. Os Macabeus conquistaram Edom e obrigaram pela força os seus habitantes a converterem-se ao judaísmo. O mesmo aconteceu em Galileia. Desde o século II antes de Cristo até ao século II depois de Cristo, o judaísmo foi a primeira religião monoteísta proselitista.

- Mesmo durante a diáspora?
- No  Mediterrâneo, no final do século I depois de Cristo havia quatro milhões de crentes judeus. Foi durante esse período proselitista quando o judaísmo se projeta no Mediterrâneo.

- Quer dizer que a maioria dos judeus do Mediterrâneo não vieram da Palestina?
- Efetivamente, a grande maioria não é originária da Palestina. Foram convertidos. Desde a época de Adriano, no século II, verificou-se uma drástica queda do número de judeus porque muitos se converteram ao cristianismo. De quatro milhões de crentes judeus, passou-se a um milhão.

- Converteram-se ao cristianismo?
- E o que vou a dizer agora está relacionado com a Península Ibérica. No início do século IV produz-se a vitória do Cristianismo com Constantino e decresce o número de judeus. O judaísmo prevalece especialmente em Palestina, em Babilônia e no Norte de África. No Norte de África, no século VII, quando chega o Islão, são os judeus que lutam contra os muçulmanos. Existiu uma rainha judia berbere, Dahia Kahina, que lutou contra os muçulmanos. O historiador árabe Ibn Jaldun menciona que na zona havia tribos judaicas muito grandes. A rainha Kahina morreu lutando contra os muçulmanos em 694. Tariq ibn Ziyad, o conquistador da Península Ibérica em 711, era berbere. Existem muitos testemunhos antigos cristãos que afirmam que os conquistadores eram judeus e muçulmanos. Muitos judeus juntaram-se ao exército muçulmano porque sofreram muito durante os reinos visigodos.

- Só então entram os judeus de forma massiva na Península Ibérica?
- Frequentemente me perguntava por que havia tantos judeus na Península Ibérica e não em França ou Itália, por que havia tantos judeus no lugar geograficamente mais afastado da Palestina. É óbvio que houve alguns soldados e comerciantes que se converteram, como em França ou Itália. Mas porque de repente há tantos judeus na Península? Creio que a resposta tem que se procurar na conquista berbere de judeus e muçulmanos. O conquistador Tariq ibn Ziyad pertencia à tribo Nafusa, a mesma tribo da rainha Kahina. Se em 711, Tariq ocupou um posto tão destacado, é bastante provável que em 694 fosse um soldado no exército judeu de Kahina. Não pode ser de outra maneira. Certamente Tariq foi um judeu que se converteu ao islão. Se lemos os testemunhos antigos, constatamos que os cristãos acusam conjuntamente muçulmanos e judeus da conquista da Península. Creio que é por isso porque o número de judeus em Espanha é tão superior ao número de judeus em França ou Itália.

- Então, a maioria dos judeus da Península Ibérica provinha de judeus berberes convertidos?
- Efetivamente. Colocarei outro exemplo, os judeus de Iêmen. Também existiu um reino judeu em Iêmen durante 120 anos, no final do século V e princípio do VI; uma tribo que se tinha convertido ao judaísmo.

- Você menciona também o reino dos cázaros, um povo originário de Ásia Central, que se converteu ao judaísmo.
- Com os cázaros, aconteceu exatamente o mesmo: é o judaísmo, não os judeus, o que se expande. A massa demográfica mais numerosa é a dos cázaros. É curioso que o sionismo reconhece a importância dos cázaros até 1967 e depois deixa de ser uma tese legítima.

- Dos cázaros provêm os judeus asquenazitas de Europa?
- Assim é. Os mongóis expulsaram os cázaros para Europa. Não pode ser que os judeus de Polônia tenham vindo de Alemanha, porque em Alemanha, nos séculos XII e XIII, apenas havia uns centos de judeus, não se pode passar de um dia para o outro a três milhões de judeus na Polônia, é simplesmente impossível. Os judeus de Polônia e de outros países da Europa Oriental, só podem descender dos cázaros. Ainda em 1961, havia um prestigiado historiador israelita que afirma que os cázaros são os antepassados dos judeus de Europa Oriental. Naquela altura, ainda  se aceitava que não provinham da Alemanha.

- A sua teoria é que a maior parte dos judeus de hoje não provêm da Palestina, mas de outros povos que se converteram ao judaísmo.
- Exato. Mas existe outra questão importante: se não houve exílio da Palestina, se os romanos não expulsaram os judeus, que aconteceu aos judeus da Palestina? Existem muitos historiadores israelitas, incluídos Yitzhak ben Zvi, o segundo presidente de Israel, ou David ben Gurion, que até 1929 afirmavam que os palestinianos árabes são os verdadeiros descendentes dos judeus. Esta tese, defendida pelos principais sionistas, morreu em 1929. Ainda em 1918, Ben Zvi e Ben Gurion escreveram juntos um livro onde afirmavam que os palestinianos são os autênticos descendentes dos judeus. Contudo, dizer isto hoje em dia causa escândalo.

- O sionismo não o aceita.
- É importante entender que existem duas versões do nacionalismo, uma do rio Reno para Ocidente e outra do Reno para Oriente. Em todas as partes se inicia o nacionalismo como um fenômeno racista etnocêntrico, mas em Ocidente deriva num movimento político civil. Ao contrário, a Oriente do Reno prevalece o seu caráter etnocêntrico. Em ambas as partes há racismo. Em França, se tens a nacionalidade francesa és francês, em virtude dos valores republicanos. Mas na Alemanha, mesmo que tenhas a nacionalidade, não és necessariamente alemão. Em Polônia, desde 1919, se não és católico, não és polaco. O sionismo nasceu entre Alemanha e Polônia e, por isso, tem uma forma meio alemã, meio polaca.

- Mas um judeu é o filho de uma mãe judia.
- Sim, segundo a lei religiosa, mas para o sionismo, o judaísmo é povo e nação. Não se pode entrar, mas também não se pode sair. Só podes entrar se te convertes religiosamente. O sionismo não era religioso, mas utilizou a religião porque não dispunha de outros instrumentos para delimitar o judaísmo. A minha tese é que o sionismo adotou componentes etno-religiosos dos polacos e etno-biológicos dos alemães e criou uma espécie de nacionalismo fechado, que não é político nem civil como foram os nacionalismos ocidentais.

- E quais as suas previsões para o futuro?
- Hoje em dia o sionismo conserva o seu caráter etno-religioso e creio que isso destruirá o Estado de Israel.

- Por que?
- O Estado de Israel afirma que é o Estado do povo judeu e que é um Estado democrático e judeu, o que é um oximoro, uma contradição. Um Estado democrático pertence a todos os seus cidadãos. Uma quarta parte dos cidadãos de Israel não são judeus, mas o Estado afirma que pertence somente aos judeus. Existem leis que dizem que o Estado é judeu e que o Estado não está aberto aos outros. O sionismo não reconhece os “israelitas” não judeus e isso não pode continuar. Mesmo que Israel saia dos territórios ocupados não haverá calma. Os árabes estão vivendo num Estado que diz que não é deles, em cujo hino nacional se fala do “espírito judeu”. Quanto tempo poderá durar esta situação?

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Devemos rir ?

Amigos e amigas.
Recebi há um bom tempo uma lista de tipos de assassinatos e outros "exotismos" que 'testemunhas' afirmam ter ocorrido durante a 2ª Guerra Mundial.

São coisas deste tipo que sempre me farão questionar qualquer coisa sem me preocupar de ser tachado de racista, nazista, talmudista ou qualquer "ista".

Leiam-na abaixo e vejam se várias não são risíveis (no mínimo).
FAB29

Assassinatos (e afins) na 2ª Guerra
  1. - Gêiseres de sangue a partir das covas coletivas; confirmado por testemunhas famosas como Elie Wiesel, Adolf Eichmann e Adalbert Rückerl, diretor da central para esclarecimento dos crimes nacional-socialistas, passou-a para frente, assim como o tribunal do processo sobre Auschwitz, em Frankfurt.
  2. Covas coletivas explodiam, segundo Eichmann.
  3. - Barril para banho com ácido ou água fervente para a obtenção de esqueleto humano; Filip Müller afirmou isto sobre Auschwitz.
  4. Injeções nos olhos dos detentos para alteração da cor dos olhos; Hermann Langbein espalhou isso sobre Auschwitz.
  5. - Extração de gordura fervente das incinerações a céu aberto; sobre isso relataram R. Höß, H. Tauber, F. Müller e espalhado por Langbein.
  6. Um homem das SS pula no último segundo junto com uma desconhecida mãe e seu filho, por pura compaixão, para morrer com eles na câmara de gás; essa história vem de Emmi Bonhoeffer.
  7. - Fabricação de sabão a partir da gordura humana. Afirmado por Simon Wiesenthal e pelo juiz da SS Konrad Morgen.
  8. Genocídio subterrâneo em enormes galpões através de alta tensão; as famosas histórias de S. Szende sobre Belzec, semelhante também com aquelas de S. Wiesenthal assim como foi afirmado em Nuremberg para Bergen-Belsen (!).
  9. - Assassinato em câmaras de vácuo ou em vapor d’água e gás clorídrico; diversas testemunhas e “relatórios” sobre o campo de Treblinka.
  10. Eliminação (sem rastros) de covas coletivas com milhares de cadáveres em poucas semanas; isso é alegado por muitas testemunhas e “relatórios” para praticamente todos os supostos locais das matanças pelos alemães.
  11. - Câmara de gás móvel em Treblinka, a qual esvaziava suas vítimas diretamente nas valas de incineração; afirmado pela resistência polonesa e levado a sério pelo historiador do Holocausto P. Longerich.
  12. Gás letal com ação retardada que possibilitava suas vítimas a deixarem a câmara de gás e irem por si só até as covas coletivas; afirmado pela resistência polonesa e levado a sério pelo historiador do Holocausto P. Longerich.
  13. - Execuções em uma linha de produção eletrificada; assim o Prawda anunciou após a libertação de Auschwitz (2/2/1945).
  14. Incineração de cadáveres em Altos-Fornos. Esse rumor foi espalhado pelo membro da resistência, o alemão H. von Moltke durante a guerra e depois o Prawda, levado a sério pelo historiador do Holocausto P. Longerich.
  15. - Corrida de bicicletas da SS na câmara de gás de Birkenau; segundo Notícias de Nuremberg, citando uma testemunha.
  16. Eliminação de cadáveres através de explosão; testemunho de Rudolf Höß obtido sob tortura e levado a sério pelo promotor A. Rückerl e Helge Grabitz.
  17. - Canto do hino nacional e da Internacional comunista pelas vítimas nas câmaras de gás; F. Müller assim como as declarações citadas por H.G. Adler, H. Langbein e E. Lingens-Reiner.
  18. Enchimento das bocas das vítimas com cimento, para evitar que cantassem canções patrióticas ou comunistas; afirmado em Nuremberg.
  19. - Jovem de 12 anos profere na câmara de gás, antes do gaseamento, um discurso impressionante e heróico diante das outras crianças; segundo afirmação de F. Friedman.
  20. Casinhas para gaseamento de rápida construção, para que os judeus fugitivos pudessem ser imediatamente gaseados após a recaptura; Adolf Eichmann relatou isso após tratamento especial através de seus carrascos israelenses.
  21. - Assassinato através da ingestão de um copo de ácido cianídrico líquido (ácido cianídrico não é encontrado como substância que possa ser despejada como líquido em um copo; além disso, ele evapora muito rápido, o que colocaria em perigo as pessoas do entorno); Veredicto do Tribunal de Hannover, segundo Heiner Lichtenstein.
  22. Os músculos retirados das pernas dos detentos executados tremiam tanto, que o reservatório onde estavam balançava muito; este absurdo anatômico e físico foi espalhado por F. Müller.
  23. - Encanamento para introdução do Zyklon-B nas câmaras de gás de Auschwitz e outros lugares através de chuveiros ou garrafas de aço; relatório da comissão de Dachau e Auschwitz assim como segundo historiador Wolfgang Benz.
  24. Enchimento total de um detento com água, até que ele explodisse. [#1038]
  25. - Criança sobrevive a seis gaseamentos na câmara de gás de Bergen-Belsen (que comprovadamente nunca existiu); reportado por Moshe Peer a um jornal canadense.
  26. Mulher sobrevive a três gaseamentos, porque os nazistas não mantinham o gaseamento constante; testemunhos relatados no mesmo jornal canadense, também afirmado pelo político britânico Michael Howard. [#1039]
  27. - Lendas sobre ursos e águias em uma gaiola, que comiam um judeu diariamente; declaração sobre o Campo de Buchenwald.
  28. Fabricação de lingüiça no crematório a partir da carne humana pela SS (“RIW” – “Reine Juden Wurst”: Pura lingüiça judia?); afirmado por David Olère, o pintor fantasioso de Auschwitz.
  29. - Abajures, capas de livros, luvas, selas, calças de equitação, sapatos, bolsas femininas... de pele humana; afirmado em Nuremberg e novamente durante o processo contra Ilse Koch.
  30. Quadros pornográficos em tela de pintura feitos com pele humana; da mesma forma afirmado em Nuremberg.
  31. - Dedões humanos mumificados foram usados por Ilse Koch como interruptores elétricos; testemunhos divulgados pelo New York Times.
  32. Pai SS joga bebês para o ar e atira neles como se o fizessem com pombos, enquanto a filha de 9 anos aplaude e grita: “Papa, mais uma vez, mais uma vez, Papa!”; afirmado em Nuremberg.
  33. - Juventude hitlerista usa crianças judias como treinamento de tiro; afirmado em Nuremberg.  
  34. Vagões de trem desaparecem numa rampa no crematório subterrâneo de Auschwitz; segundo o juiz da SS Konrad Morgen, citado pela historiadora polonesa de Auschwitz, Danuta Czech.
  35. - Prisioneiros foram forçados, limpar a escada lambendo-a e juntar o lixo com a língua; afirmado em Nuremberg.
  36. Mulheres foram inseminadas artificialmente em Auschwitz e, então, gaseadas; afirmado em Nuremberg. 
  37. - Tortura de detentos com uma “caixa de torturas” especial, fabricadas em série pela Krupp; afirmado em Nuremberg.
  38. Tortura de detentos, onde balas de madeira foram disparadas contra eles para que os forçassem a falar; segundo o Congresso Mundial Judaico.
  39. - Espancamento de detentos através de uma máquina especial para espancamento; afirmado em Nuremberg.
  40. Assassinato de detentos com limonada envenenada; afirmado em Nuremberg.
  41. - Assassinato através da queda de árvores: forçava-se as vítimas a subir nas árvores, e então deixavam-na cair; afirmado em Nuremberg e por Eugene Kogon.
  42. Assassinato de jovens através da alimentação forçada de areia; Rudolf Reder, levado a sério pelo historiador do Holocausto Martin Gilbert.
  43. - Gaseamento de prisioneiros de guerra soviéticos em uma pedreira; afirmado em Nuremberg.
  44. Prisioneiros foram, primeiro, espancados até a morte, e, então, autopsiados para descobrir a causa da morte; afirmado em Nuremberg.
  45. - Moagem de crânio através de máquina a pedal para destruir crânios, acompanhado de programação radiofônica; afirmado em Nuremberg.
  46. 840 mil prisioneiros de guerra soviéticos assassinados em Sachsenhausen e queimados em quatro crematórios móveis; afirmado em Nuremberg.
  47. - Extermínio instantâneo de 20.000 judeus na Silésia através da detonação de uma bomba atômica; afirmado em Nuremberg.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Desproporcionalidades

Amigos e amigas.
A cada dia, o abismo de desproporções humanas é alargado e aprofundado. Cada vez mais, um número maior de miseráveis e oligofrênicos sustenta uma casta parasítica que lenta e inexoravelmente se enraizou no âmago da humanidade.

Procurei abaixo dar minha visão resumida da vida que levamos, que prima pelas injustiças, restrições, desavenças, isolamento, tudo constante e devidamente financiado pelos supremacistas para nos manter "ocupados" mental, emocional e espiritualmente e limitados em todo o resto.

Mas o maior dos crimes foi e sempre será a passividade da boiada humana ante a seus algozes.

A proporção "1 para 10" que utilizei serve apenas de padronização e uniformização de idéias. Cada qual que a adapte ao seu bel prazer, de acordo com sua idiossincrasia.
FAB29

DESPROPORCIONALIDADES
De cada dez palavras que ouço, uma vem do coração. Nove vêm da língua.

De cada dez atitudes que vejo, uma é construtiva e procedente. Nove nada acrescentam ou são nocivas.

De cada dez sorrisos exibidos, um é espontâneo. Nove são disfarces.

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Supra sumo
De cada dez risadas que ecoam, uma é visceral. Nove são guturais.

De cada dez olhares que vislumbro, um é claro e objetivo. Nove são perdidos, desconfiados, maliciosos,...

De cada dez coisas que aprendemos, uma condiz com a verdade. Nove são algaravias.


De cada dez opiniões que se dá, uma é própria, original. Nove são repetições condicionadas.

De cada dez relações que temos, uma marca pelo bem querer. Nove se diluem em dissabores.

De cada dez entretenimentos oferecidos, um sacia nossas necessidades. Nove pervertem e viciam.

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Superfluidades
De cada dez alimentos que são produzidos, um é nutriente saudável. Nove são lixos disfarçados.

De cada dez medicamentos que ingerimos, um estimula a cura. Nove minimizam os sintomas com efeitos colaterais.

De cada dez imagens de pessoas, uma exprime o brilho da alma. Nove se resumem à maquiagem.

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Superfícies
De cada dez pessoas que juram o amor, uma o sente profundamente e o vive. Nove se perdem na carne.

De cada dez pessoas que afirmam sentir a felicidade, uma é sólida. Nove são fogos-fátuos.

De cada dez pessoas que procuram a satisfação, uma a descobre nas mínimas coisas. Nove se afundam no fosso do ego.

De cada dez minutos de nossas vidas, um é próprio. Nove nos são desapropriados.

De cada dez dias de trabalho, um nos permite sobreviver. Nove sustentam nossos parasitas.
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Dentro da agenda
De cada dez informações veiculadas, uma é realidade. Nove são para criar pânico e dominar a boiada.

De cada dez leis vigentes, uma faz justiça ao cidadão de bem. Nove o cercam, limitam, tolhem, castram,...

De cada dez inventos e descobertas, um é liberado à humanidade. Nove são exclusividades da elite parasítica.

E, nessa toada de alienação e comodismo, sobreviva quem e como puder.