Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


domingo, 23 de agosto de 2015

Espécie/Raça/Etnia

Amigos e amigas.
A Antropologia define "etnia" simplesmente como uma "coletividade de indivíduos que se diferencia por sua especificidade sociocultural, refletida principalmente na língua, religião e maneiras de agir." Só no Brasil, há, p. ex., dezenas de etnias indígenas. Comecei por esta definição porque era mais simples de pôr termo e passar para os dois pontos principais. Já escrevi sobre diferenças raciais, que tantos tipinhos inúteis insistem por aí em negar que existem.
Regra da Natureza: na diversidade, reside a pujança da vida.
As discussões inócuas que o 'politicamente correto' adora fomentar a respeito de raça (confundindo-a sordidamente com espécie) são eméticas! Tentam a qualquer custo eliminar tal conceito sempre que se vai referir a humanos, como se passasse uma borracha num simples rabisco. "Raça" ou "sub-espécie" é usado correta e perfeitamente para especificar as claramente diferentes comunidades, sociedades, grupos em geral que têm sua genética característica. A grotesca desculpa que a aceitação dessas diferenças genéticas gera preconceitos e outras convulsões sociais só tem eco nos cérebros de ameba (que não são poucos) ou seres de má índole. A eliminação que tentam criminosamente impor do conceito é que geraria um desastre. O termo "raça" não muda em nada a idiossincrasia das pessoas, a menos que se faça uma lavagem cerebral desde a infância, realizando uma odiosa campanha de separatismo ou de obliteração da ancestralidade.

Sigam os tópicos a seguir que compilei de uma dúzia de fontes para montar o post. Neles, procuro demonstrar a realidade e realeza das raças.

Espécie é um conceito fundamental da Biologia que designa a unidade básica do Sistema Taxonômico utilizado na classificação científica dos seres vivos. Trata-se de um conjunto de organismos semelhantes entre si, capazes de se cruzar e gerar descendentes férteis. Espécies mais aparentadas entre si do que com quaisquer outras formam um gênero.

Vejam: o gato-do-mato, encontrado em todas as florestas do Brasil, pertence a espécie Leopardus wiedii; a nossa jaguatirica, o maior entre os pequenos felinos silvestres brasileiros, pertence à espécie Leopardus pardalis; e o gato-do-mato-pequeno, o menor dos pequenos felinos silvestres brasileiros, pertence à espécie Leopardus tigrinus. Todos esses animais são de espécies diferentes, porque NÃO SÃO capazes de cruzar-se entre si gerando descendentes férteis. Mas como estas espécies são mais aparentadas entre si do que com quaisquer outras, elas formam um gênero chamado Leopardus.
Para entendermos melhor as categorias taxonômicas, vamos utilizar como exemplo o reino Animal, tendo como referência o cão.
Exemplo muito bom e claro.

Vimos que a espécie "Cão doméstico" se destacou. Em seguida, temos dezenas de sub-espécies ou raças, que vão do chiuaua ao mastif napolitano. Respeitando-se as proporções, todas elas podem se cruzar e gerar descendentes férteis. Abaixo, a mesma idéia com os humanos. Resumidamente, temos o homem:

REINO: Animalia
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Primates
FAMÍLIA: Hominidae
GÊNERO: Homo
ESPÉCIE: H. sapiens

Vejamos a ramificação da família até chegar ao homem:
Resultado de imagem para arvore genealogica do ser humano
Bem especificado
Bem melhor que antas e dragões
O mais próximo de nós é o chimpanzé, que possui 99,45% da nossa genética. Uma diferença geneticamente abissal, como a realidade deixa evidente. Entre as raças humanas, é dito que a diferença é de 0,01%, percentual aparentemente desprezível, mas geneticamente relevante a ponto de, por exemplo, se saber que há remédios para brancos que não funcionam em negros. Há cientistas que afirmam: essa "diferença microscópica" possibilitará em pouco tempo criar-se armas biológicas que diferenciarão grupos raciais. Ou seja, os grandes corruptores poderão controlar a "boiada racial" com mais facilidade.

Líbio, Núbio, Asiático e Egípcio
Tumba de Seti I - 13 séc. A/C
A primeira diferenciação conhecida de grupos humanos fundamentada em suas características físicas aparentes é, certamente, a dos antigos egípcios: Os Rot ou Egípcios, com cabelos crespos e pintados em vermelho; os Namou, amarelos com nariz aquilino; os Nashu, negros com cabelos crespos; os Tamahou, loiros de olhos azuis.
http://en.metapedia.org/wiki/Race

Mas a pontual colocação é: existem raças para todas as espécies de animais, porém o politicamente correto quer eliminar tais diferenciações em relação aos humanos, à guisa de mil preconceitos que afirmam sem nenhuma evidência advir dessa distinção. Neste vídeo (https://www.youtube.com/watch?v=5OzJk6znZcY&list=FLPWsHCfefbgOlJaVjI3eBNg), seu autor expõe várias informações de cientistas que comprovam a existência inequívoca de raças.

Exemplo: por que os negros tem melhor capacidade de correr e saltar? Primeiro, menor percentual de gordura (logo, músculos ligeiramente mais densos); segundo, articulações e tendões um pouco mais amplos (ou seja, melhores alavancas); terceiro, mais facilidade de metabolizar o alimento; e quarto, seu organismo consegue gerar bastante proteína alpha-actinina-3, que alguns até chamam de "o gene da velocidade", proteína que as outras raças produzem bem menos e cerca de 25% dos brancos e amarelos sequer produzem. Conclui-se que, por toda essa característica genética, os negros se destacam grandemente no pedestrianismo e em provas de salto. Já os brancos são quase absolutos em competições de força (do tipo "O homem mais forte do mundo") e na natação.

Um cientista chegou a questionar se era justo colocar para competir numa corrida de cem metros todas as raças juntas, já que os negros têm essas vantagens genéticas, semelhantes a um doping. Outro cientista afirmou que há menos diferenças entre um lobo do Alasca e um cocker spaniel do que entre as raças humanas. Outros afirmam que as populações humanas descendem de grupos ancestrais que estiveram ISOLADOS uns dos outros há cerca de 50 mil anos. Assim, as raças não podem ter a mesma origem, sendo geneticamente diferentes. Resumindo: não descendemos todos daqueles macaquinhos que um belo dia resolveram descer das árvores e "chutar o balde", conseguindo, por isto, galgar as etapas da evolução.

E se tantos outros animais continuam quase idênticos ao que eram há milhões de anos (peixes, répteis, a baleia, a barata,...), como foi que só nós aceleramos e nos desenvolvemos de sobremaneira a mais que todos os outros? E foi naturalmente? Que sorte a nossa, não? Mas essa evolução está ameaçada:

Daí, para pior
Enquanto a agenda de degeneração das raças e dos valores morais iniciada e financiada pelos grandes parasitas continuar a pleno vapor, nosso presente continuará sentindo na pele suas funestas nuances. Reforçando a legenda da primeira imagem, viva a diversidade natural, baluarte da pujança e do poder da Criação. Tenha total orgulho de ser o que é: branco, negro, amarelo, vermelho ou pardo. Você é único e divino, com enorme potencial para muitas coisas. Basta que encontre sua vocação e se dedique a ela com devoção. Esteja certo de que você, cuidando da própria vida e sendo sociável na busca do seu ideal e do seu ápice, será bem vindo e bem quisto pela grande maioria.

Porém, jamais seja patético de querer ser querido por todos. Nem mesmo dois dos maiores e inigualáveis seres humanos da História (Buda e Jesus) conseguiram isso. Portanto, aprenda a se limitar à sua respectiva insignificância ou você será merecidamente tachado de BABACA. E olhe que estou sendo muito bem educado.
FAB29

15 comentários:

  1. Os sionistas usam de todos e quaisquer "argumentos" para sabotar, implodir (quando não, explodir mesmo!) e destruir os que representem empecilhos para seus objetivos escravagistas.
    Quando um povo protege sua cultura, com todo o alarde possível, lá vem a imprensa de zion adjetivar a atitude de racismo, preconceito e sabe-se lá o que mais! Mas a deles é blindada.
    Pagam para drogados, estupradores e bandidos de toda a sorte, instalarem-se no seio dos povos europeus, germânicos.
    Os marionetes de amebas e corruptos fazem um de tudo para ridicularizar o patriotismo, os valores familiares e sociais, incentivar a prostituição e etc. Eles estão em todas as frentes -- e não se cansam.
    Já conosco, desgraçadamente, acontece uma coisa de difícil entendimento. Sempre que alguém inicia um movimento qualquer, sempre aparece um deles gritando emotivamente, esperneando sem lógica e, invariavelmente, nos constrangemos e até nos intimidamos! E a atitude é abortada...
    Tem remédio essa coisa?!...

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    1. Raul Seixas deu sua opinião: a culpa está na "falta de cultura pra cuspir na estrutura!"

      A ignorância é o maior mal que assola a humanidade. Sem que nunca desdenhemos seus satélites (comodismo, alienação,...).

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  2. Boa tarde prezado senhor Fabiano,

    texto interessante, a mim contribui para montar um juízo melhor acerca de assunto deveras, contraditório. Digo, contraditório por motivos óbvios, destacado no texto pelo autor, em causa de inconfessáveis interesses. Essas relações consanguíneas que, como leigo classifico como racialismo, me soam como a garantia da continuidade de nossa espécie, agora sim, espécie humana, todos. O texto coloca acertadamente algumas caracteristas entre duas raças os brancos e negros. Inclusive, não tenho a fonte no momento, mas já lí acerca de uma maior resistência da raça branca, a contaminação pelo vírus da AIDS. Então conclui-se que a diversidade RACIAL é a garantia da perenidade da espécie humana, penso!
    Meu abraço
    Obrigado

    Clovis Eichler

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    1. É isso, caro Clovis.
      Sem a diversidade, a Natureza não teria a mínima condição de ser o imenso poderio que é. E tal poderio é a derrocada dos parasitas, eles muito bem sabem disso!

      Vai daí é que patrocinam, cevam e massificam essa bestial imbecilidade de que "só existe uma raça: a raça humana!" Conscientize-mo-nos ou eles vão conseguir destruir toda a pujança da humanidade para salvar suas peles e assegurar sua supremacia no amálgama amorfo que querem criar com a miscigenação forçada.

      Abraço.

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  3. Caro Fab29, seu blog é muito bom. Muito boa informação, mesmo se não estou de acordo com tudo. Gostaria apenas de remarcar uma coisa...

    A grande farsa de que não existe raças, é muito fácil desmontar respondendo á seguinte pergunta :

    - Se não existe raças, então porque os políticos corruptos e porcos defendem a miscigenação ?

    É que se p'ra eles não existe raças, então a "miscigenação" não tem razão de existir nem como ser defendida. É um paradoxo. Não existe meio de conciliar estes dois pontos de vista. Para se defender tal conceito, tem de se admitir em toda a franqueza de que existe raças. Portanto os políticos, a maioria, mentem, são aldrabões. Mas como diz o velho ditado: "é mais fácil apanhar um mentiroso do que um coxo."

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    1. Caro Gang2, grato pela deferência.
      Só aqueles que não tem opinião própria concordam com tudo. Como não é nosso caso, discordar e contestar é uma obrigação, até.

      Este post, eu venho burilando há tempos e o que o deflagrou foi um vídeo onde a Rachel Sherazade, tão incensada por muitos, falou esta estultice: "Só existe uma raça: a raça humana!" Some-se ao caso do "Macaco-Aranha", cujo link é este:
      http://fab29-palavralivre.blogspot.com.br/2014/11/sou-um-macaco-e-voce.html

      Abraço.

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  4. Exacto, estou bem de acordo, é no debate de ideias que está o enriquecimento.

    Mas uma coisa, eu não consigo aceder a esse vídeo, aqui para mim (estou em Lisboa) diz-me que "este vídeo é privado, pedimos desculpa". Tentei escrever esse nome de "Rachel Sherazade", mas tem tantos vídeos que certamente perderia dias até encontrar esse. Pergunto se não há outra maneira de disponibilizar esse vídeo de maneira a que seja "público" e não "privado" ?

    Obrigado!

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  5. Peço desculpa, fiz uma pequena confusão, refiro-me antes a este vídeo que o artigo apresenta :

    https://www.youtube.com/watch?v=5OzJk6znZcY&list=FLPWsHCfefbgOlJaVjI3eBNg

    Aqui não tenho acesso, pois está como "vídeo privado".

    Obrigado pela atenção.

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    1. Achei o vídeo da Sheherazade:
      https://www.youtube.com/watch?v=Fl93Rbn-d-M

      Quanto ao link do post, verei o que consigo fazer. O dono deve o estar protegendo de hackers, quem sabe? Aviso o que conseguir.
      Grato.

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  6. Obrigado pelo link. Essa jornalista parece-me que não sabe o que diz. Visto que se trata de uma jornalista brasileira e que fala para um público brasileiro, eu pensei dar uma volta aí pelo web brasileiro...

    Neste documento a noção de raça e cor já não é um preconceito nem algo inexistente como essa jornalista afirma, mas sim um conceito perfeitamente admitido :

    « População total residente por cor ou raça. » página 7

    « População total residente por cor. » página 21

    - branca--- 31,75%
    - preta----- 7,15%
    - amarela--- 1,06%
    - parda---- 59,60%
    - indígena-- 0,41%

    http://www.insa.gov.br/censosab/index.php?option=com_content&view=article&id=112&Itemid=110

    E ainda por cima é uma Instituição Estatal. Essa jornalista é então ignorante.

    No meu entender ela diz uma autêntica trapalhada, o seguinte : "A ciência moderna prefere o termo etnia para designar as diferenças culturais e físicas entre grupos humanos..."

    De qual ciência ela fala ? Ponho a questão porque como tomar o termo "etnia" de maneira a que possa englobar toda a população brasileira e suas diferenças ?

    Partindo do principio do que ela afirma, então o Brasil é composto por pessoas de etnia branca, preta, amarela, parda e indígena. Sendo assim estamos a definir as pessoas somáticamente, que é exactamente o que o termo "raça" é como definição.

    O problema põe-se é como definir ao mesmo tempo as diferenças culturais e físicas utilizando o mesmo termo de "etnia". Sendo assim, e segundo o que ela diz, o povo brasileiro seria de etnia brasileira. Aqui o termo "etnia" serve para definir culturalmente o Brasil, mas neste caso é totalmente incapaz de dar uma definição física do Brasil. Acho então que utilizar este termo para uma definição cultural e física ao mesmo tempo não parece ser o mais correcto. Porque um preto brasileiro pode ser etnicamente igual a um branco brasileiro em termos culturais, mas não o é em termos físicos. Um outro exemplo para contraste, um branco brasileiro pode ser etnicamente igual a um branco português de um ponto de vista físico, mas culturalmente seriam então etnicamente diferentes.

    Existe aí então um grande problema com o conceito de "etnia". O melhor para clarificar um pouco a coisa, será considerar o conceito de "raça" para separar e definir as várias diferenças físicas existentes. Não vejo no entanto que nome se dará ás diferenças culturais e linguísticas no seio de uma mesma raça.

    Enfim, é apenas umas divagações que eu tento fazer. Começo-me a interessar um pouco mais ao assunto devido a toda esta massa imigratória que desembarca na Europa. Começa a questionar verdadeiramente o assunto porque não é normal isto. Qualquer coisa que não bate certo.

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    1. Adoráveis ponderações, colega.

      Só acrescento que todos esses dados se referem ao Semiárido brasileiro. Se pegar o Sudeste e o Sul do país, a raça branca predomina.

      A Rachel é parte integrante do esquema de desinformação e algaravia imposto diuturnamente pelos grandes parasitas no âmago da humanidade com o claro intuito de causar e manter sua desagregação.

      Modéstia à parte, prefiro minhas ponderações do post, apesar de serem completamente leigas, mas baseadas na Ciência, às estultices da Rachel.

      Em tempo: tente assistir ao vídeo do meu colega Rodrigo Campedelli no link abaixo da figura egípcia. Acabei de conseguir acessá-lo.
      Abraço.

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  7. Sim, já consegui acessar o vídeo. Quanto a essa Rachel, faz parte dessa nova elite cujo lema é esconder o verdadeiro problema para não fazer face.

    Credo Mutwa, portanto um escritor de raça negra, dizia o seguinte : "Negar as diferenças fundamentais entre negros e brancos, essas duas grandes famílias raciais da humanidade, significa negar simplesmente a vida. É tão estúpido como decretar que a masculinidade e a feminidade não existem. É uma falta de bom senso inerente ao espírito ocidental. E mais, o homem negro parece ser mais enraizado que o homem branco á personalidade racial, e naturalmente mais reticente a engolir a utopia do "homem universal". Credo Mutwa - My People, p.246

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    1. Que as masculinidade e feminilidade existem, é fato. Porém, que o status quo apodrecido está fazendo o que pode para desvirtuar os dois, é mais fato ainda.

      Quem sobreviver, verá.

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  8. Tanta preocupação com o sexo dos outros. O que você propõe que existam leis que proíbam pessoas de uma etnia de transar com outras? Cada pessoa transa, casa com quem quer. Se você nega isso, você é igual aos senhores do mundo tentando tolher a liberdade das pessoas.

    Mas vamos agora a uma análise científica, já que você citou a ciência ll raças diferentes aparentadas geram descendentes estéril exemplo cavalo + jumento = burro ou mula que por sua vez são estéril. Tigre + leão = um ser híbrido que tbm é estéril.

    Agora vamos as 'raças humamas'. Brancos + negros ou qualquer outra etnia = mestiços que por sua vez geram descendentes tbm. E aí qual seu argumento contra essa verdade incontestável?

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    1. Primeiramente, eu só combato os destruidores dos bons valores. Miscigenar é tão livre quanto segregar. Quem deseja se misturar, seja feliz; quem quer se isolar, idem. Na minha família, há miscigenação com negros, amarelos e vermelhos. Sua interpretação de minha idiossincrasia é, portanto, tosca.

      "Segundamente", você não foi capaz de perceber que cavalo (Equus caballus) e jumento (Equus africanus asinus) são ESPÉCIES diferentes, idem para tigre (Panthera tigris) e leão (Panthera leo)? Por isso é que não se combinam geneticamente. As quatro raças humanas são da MESMA espécie. Logo, miscigenação entre humanos causa poucos problemas genéticos, orgânicos e estruturais.

      Lamento muito sua ignorância (ou coisa pior?) em me acusar de bobagens inerentes à sua idiossincrasia.

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