Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Maçonaria judaica

Amigos e amigas.
Apesar de patente, a íntima relação judaísmo/maçonaria é tergiversada ao máximo pelos interessados no sigilo dela. Ao povinho, quem diz isso não passa de preconceituoso, antissemita, teórico da conspiração, etc, principalmente neste país tão multiculturalizado, miscigenado e cosmopolita, onde a palavra de ordem parece ser "liberdade a todo custo" ou "libertinagem".
Abaixo, poderão rememorar uma grande sequência de frases e citações onde os próprios judeus (desde sempre, mas à boca pequena) atestam essa relação "unha e carne".
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Em “La Verite Israelite”, periódico judaico, de 1861, pág. 64: “Todo o espírito da Maçonaria é o mesmo do judaísmo, em suas crenças mais elementares, suas idéias, sua linguagem e principalmente em sua organização. A esperança que ilumina e suporta a Maçonaria é a mesma que ilumina e suporta Israel. Seu remate será esta maravilhosa casa de pregaria, da qual Jerusalém será o centro triunfante e símbolo”.
Citação de Rudolf Klein, judeu e maçom, em “Latonia”, Nº 78, de 1928: “Nosso rito é judaico, do princípio ao fim. O público deve chegar a uma conclusão: a de que temos conexões atuais com o judaísmo”.
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Isaac Wise

Rabino Dr. Isaac Wise, em “The Israelite of America”: “A Maçonaria é uma instituição judaica cuja história, quantia, cargos, símbolos e exposições são judaicos: do princípio ao fim”
Bernard Lazare em “L’Antisemitisme”: “É certo de que havia judeus na origem da Maçonaria. Certos ritos provam que eram judeus cabalísticos”.
Transactions of Jewish historical society”, vol 2., pág. 156: “As vestimentas usadas pela Grande Loja da Inglaterra são compostas inteiramente de símbolos judaicos”.
Freemason’s Guide”. Nova Iorque, 1901: “Os maçons erguem um edifício, no qual o Deus de Israel viverá para sempre”.
An Encyclopedia of Freemasonry”. Philadelphia, 1906: “Cada Loja é e deve continuar sendo um símbolo do templo judaico. Cada mestre, um representante do Rei judeu; cada maçom, uma personificação de um trabalhador judeu”.
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Richard Carlile
Richard Carlile em “Manual of Freemasonry”: “A Grande Loja maçônica dos dias de hoje é completamente judaica”.
Citação do Rev. McGowan em “The Freemason”, em 02 de Abril de 1930: “A maçonaria está fundada na antiga Lei de Israel. Esta deu vida à beleza moral, que forma as bases da Maçonaria”.
Le Simbolisme”, em Julho de 1928: “O valor mais importante do maçom é o de glorificar a raça judaica, que preservou um incomparável modelo de sapiência. Deveis confiar na raça judaica, para dissolver todas as fronteiras”.
 ”The Textbook of Freemasonry”, pág. 7: “O início do rito do mestre se refere a um ‘humilde representante do Rei Salomão’”.
Em “The Jewish Tribute”. Nova Iorque, 28 de Outubro de 1927. Vol. 91. Num. 18:  ”A Maçonaria está baseada no judaísmo. Se eliminarmos as semelhanças do judaísmo com os ritos maçônicos, o que nos sobrará?”
Dr. Sanderson em “That which was lot: a treatrise on Freemasonry and the English mystery”, pág. 55: “É muito difícil, mas bastante incorreto, criticar os fundadores por introduzir tradições judaicas. Agora, tornou-se árdua a tarefa de suprimir o Novo Testamento para motivar a harmonia entre o cristão e o judeu (…). O volume da Lei Sagrada não é a Bíblia ou qualquer livro em particular, mas o livro sagrado de qualquer uma das religiões incluídas no grêmio. Qualquer religião poderá ser satisfatória, se cumpre os requerimentos maçônicos”.
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Samuel Untermeyer

Resolução do “World Non-Sectarian Antinazi Council to Champion Human Rights”, dirigida em Londres, sob a Presidência do judeu-americano Samuel Untermeyer, segundo o informe do “Jewish Chronicle” de 14 de Dezembro de 1934: O boicote judaico à Alemanha deve continuar, até que o governo alemão tenha restaurado o status das Lojas maçônicas e as propriedades que lhes haviam sido tomadas“.
Disraeli, em 20 de Setembro de 1863, em Ayelesbury: “Posso-lhes assegurar que aqueles que governam, devem contar com novos elementos. Temos que tratar não somente com empregadores e gabinetes. Devemos levar em consideração as sociedades secretas que possam confundir todas as medidas, em última instância. Elas possuem agentes em todos os lugares. Determinados homens incitam a assassinatos e são capazes de realizar um massacre a qualquer momento”.
Rev. James Anderson em “Book of Constitutions”, de 1738: “Um homem que tomou parte em uma sedição contra o Estado, sem ser culpado de qualquer outro crime, não tem porque ser expulso de sua Loja”.
Em “Latonia”, periódico maçom alemão, no Vol. 12, em Julho de 1849, na pág. 237: “Não podemos ajudar, mas nós nos congracemos com o socialismo marxista através de um excelente camarada da maçonaria, para enobrecer o gênero humano e ajudar o seu bem estar. Socialismo e Maçonaria, junto com o comunismo, provém da mesma fonte”.
Ward em “Freemasonry, its aims and its ideas”, pág. 93: “A Maçonaria é uma irmandade mundialmente organizada (…). O laço misterioso e secreto do mundo exterior, que liga os verdadeiros maçons em todo o mundo”.
Bernard Stillman, judeu, em “Hebraic Influences on Masonic Symbolism”, de 1929, citado por “The Masonic News”, de Londres: “Creio ter provado o suficiente que a Maçonaria, no que diz respeito ao seu simbolismo, se projeta em uma formação essencialmente judaica”.
O judeu e maçom Findel, em “Die Juden als Freimaurer”: “Compete menos uma luta pelo interesse da humanidade, que a pelos interesses e dominação do judaísmo. E nesta luta, o judaísmo se revela a si mesmo como o poder dominante, ao qual deve a Maçonaria se render. Não há nisto nada de surpreendente, porque de uma forma cuidadosa e escondida o judaísmo é a força dominante em muitas das grandes Lojas. Para a Alemanha, não se deve esquecer que o judaísmo é já o dono de seu mercado internacional, de seus negócios; donos de sua imprensa e política maçônica, e milhões de alemães são quem os financiam”.
Picolo Tigre, judeu, líder da “Haute Vente Romaine”, uma sociedade secreta conectada com a maçonaria, em uma carta de instruções escrita em 19 de Janeiro de 1822: “A Haute Vente deseja que sob um ou outro pretexto, sejam introduzidos tantos príncipes e homens ricos, como ocorre nas Lojas maçônicas. Príncipes de sangue real, para adular suas ambições de popularidade; prepará-los para a Maçonaria. A Haute Vente será então capaz de fazer o que possa ser útil para a causa do progresso. Servirá como uma atração para imbecis, intrigantes, pervertidos e outros. Esses pobres príncipes servirão à nossa causa, mesmo que pensem que estão trabalhando para a sua própria (…). Isto é uma magnífica decepção e sempre têm existido estúpidos que desejam se comprometer com o serviço de uma conspiração, na qual cada príncipe pensa ser o próprio beneficiado”.
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Albert Pike

Albert Pike, Grão-Mestre do Diretório Central de Washington e Coordenador do Conselho Supremo de Charleston, Soberano Pontífice da Maçonaria Universal. Em 19 de Janeiro de 1935, dando instruções: ”O que devemos dizer à massa é que nós adoramos um Deus, mas ele é adorado sem superstição. A ti, soberano grande inspetor general, dizemos isto, que tu podes repetir em Brethen dos graus 32, 31 e 30.
A religião maçônica, a todos nós iniciados de alta graduação, mantidos na pureza da doutrina luciferina. Se Lúcifer não fora Deus, que deixou provas de sua crueldade, perfídia e ódio do homem, barbarismo e repulsa pela ciência, queria Adonay e seus pastores caluniá-lo? Sim. Lúcifer é Deus e, portanto, Adonay também. Os inteligentes discípulos de Zoroastro, assim também como os agnósticos e os templários admitiram como a única concepção lógica e metafísica, o sistema dos dois princípios divinos que lutam eternamente. Não posso crer que um seja inferior ao outro. Assim, a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, assim como em Adonay”.
Rabino Ludwig Blau, PHD, no Seminário Judeu-teológico de Budapest, Hungria, em um artigo citado em “Freemasonry”, de A.S. Léese: “O agnosticismo é um sistema esotérico de teologia e filosofia. Agnosis não é pura filosofia nem pura religião, senão uma combinação das duas com magia, sendo o último o elemento dominante, como era no princípio de toda religião e filosofia. O agnosticismo judaico é, inquestionavelmente, anterior à cristandade, posto que a exegese bíblica havia chegado já a uma idade de 500 anos, no primeiro século da Era Cristã. É valioso o fato de que as cabeças das escolas agnósticas e os fundadores agnósticos são designados como judeus, pelos padres da Igreja. Estão, sem dúvidas, ligados à Cabala, junto com a Magia e o Misticismo”.
B’nai B’rith Magazine”, vol. 43, pág. 8, citando o rabino e maçom Magnim: "A B'nai B'rith não é senão um ponto estratégico. Em todos os lugares em que a Maçonaria pode admitir ser judaica em sua natureza, as Lojas ordinárias são suficientes para a tarefa."
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Domenico Margiotta

Doménico Margiotta, em seu livro “Adriano Lemmi”, pág. 225. O texto inteiro provém de um tratado secreto, feito em 1877, entre Albert Pike, representante do Diretório Dogmático Supremo do Rito Escocês, e Armand Levi, da B’nai B’rith da América, Alemanha e Inglaterra. Contém a seguinte informação:
“O Diretório Supremo Dogmático da Maçonaria Universal reconhece as Lojas judaicas, tal como já existem nos principais países. O segredo da existência da Confederação será rigorosamente guardado por aqueles membros de alto grau maçônico, aos que o Diretório Supremo Dogmático julga merecedores de seus conhecimentos. Os quartéis generais na B’nai B’rith estarão em Hamburgo e o corpo soberano tomará o título de Conselho Patriarcal Soberano. Nem o Conselho Soberano de Hamburgo, nem qualquer Loja sob sua obediência, figurarão nos informes anuais do Diretório Administrativo Soberano. Mas enviará diretamente ao Diretório Dogmático Soberano, uma contribuição representando 10% da subscrição pessoal dos membros das Lojas judaicas”.
Em “Jewish Encyclopedia”, de 1903, vol. 5, pág. 503: "A linguagem técnica, simbolismo e ritos da maçonaria estão repletos de ideias e termos judaicos. O rito escocês e os dados dos documentos oficiais estão de acordo com a Era e os meses do calendário judaico, utilizando também o alfabeto hebraico."
Fonte: Inacreditável.com