Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sábado, 26 de novembro de 2016

O I"MORO"AL!

Amigos e amigas.
O tema "Moro e a Lava Jato" será recorrente por muitos meses ainda. Desde o início da operação, Moro saiu de uma confortável posição de um dos tantos e tantos juízes do país para parecer (ou ser?) "o único". Já perceberam como quase não se ouve ou vê na grande podre mídia a ação ou sequer o nome de outro? Apenas ao "grande Moro" são dadas as incumbências mais retumbantes e, claro, todos os holofotes.

Não é incrível como ele "consegue" dar conta de tanta responsabilidade que a operação exige e ainda dar palestras, entrevistas, assistir a shows (onde sempre é ovacionado ao ser anunciado pelo artista), receber condecorações,...?! Porém, aí é que a porca torce o rabo: ELE NÃO CONSEGUE! Está errando demais e ficando tão abalado quanto o governo golpista com tanta pressão, sentindo que o caldeirão começa a ferver! Basta ver que a campanha criada pelas redes sociais em apoio a ele foi intensificada há alguns meses. O próprio Moro já exortou seus aspones paneleiros a lhe darem seu aval para que ele possa "prosseguir na luta".

Na verdade, ao envolver ONU e OEA na briga, Lula acendeu o rastilho de pólvora que está se aproximando perigosamente dos golpistas e seus avalizadores (congresso e judiciário). No texto abaixo, poderão ver como Moro está suando frio, trocando os pés pelas mãos e cometendo um série de injustiças.

Um juiz nefelibata que age como um semideus e se permite afrontar as leis e os direitos inalienáveis de um cidadão há de pagar dobrado por sua arrogância e falta de ética, desabando das alturas a que foi lançado.
FAB29
Extraído daqui.

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Acha que tá podendo! Até quando...!
Jornal GGN - A segunda instância decidiu que o juiz Sérgio Moro, da Vara Federal de Curitiba, cometeu dois grandes erros de condenações: a do ex-diretor financeiro Mateus Coutinho de Sá [nem a Folha pró-golpe pôde fazer vistas grossas] e do engenheiro civil Fernando Augusto Stremel Andrade. Com as duas novas correções feitas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região às decisões de Moro, já superam os 20 erros cometidos pelo magistrado do Paraná na Operação Lava Jato.

Coutinho foi condenado a 11 anos de prisão por supostos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Andrade cumpriria 4 anos de prisão por lavagem de dinheiro, mas a pena seria substituída por prestação de serviços à comunidade e multa de 50 salários mínimos.

Os advogados de ambos recorreram das condenações à segunda instância. O desembargador responsável pela análise dos recursos contra Sérgio Moro, o desembargador João Pedro Gebran Neto, considerou que não havia provas de que os dois cometeram os crimes a que foram condenados.

Os votos de Gebran foram acompanhados, por unanimidade, pelos outros desembargadores do TRF-4.

Levantamento feito em janeiro deste ano pelo Consultor Jurídico mostra que apenas o Supremo Tribunal Federal (STF), última instância da Justiça, derrubou 11 decisões de Moro entre 2014 e 2016, concluindo que o magistrado do Paraná manteve prisões com fundamentos genéricos, tentou aplicar uma espécie de juízo universal e violou a competência do STF.

O Supremo revogou prisões preventivas de Moro, mesmo antes de outros tribunais inferiores analisarem os Habeas Corpus. Foi o caso do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, preso em fevereiro de 2015. Na decisão, o ministro Teori Zavascki, apontou que Moro não indicou "atos concretos" que demonstrassem a intenção de Duque de "furtar-se à aplicação da lei penal", restringindo-se "a valorar a existência de indícios".

O entendimento foi seguido por outras 14 solturas do Supremo contra a vontade de Moro, em seis decisões posteriores. O próprio ministro Gilmar Mendes defendeu que "o clamor público não sustenta a prisão preventiva" e Ricardo Lewandowski entendeu que houve "constrangimento ilegal na manutenção" de prisões.

O mesmo levantamento do Conjur mostrou que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região derrubou outras sete decisões do magistrado do Paraná, desde que os processos entraram nas mãos de Moro até janeiro deste ano. Com essas duas novas revogações, soma-se nove revogações do Tribunal contra Sério Moro.

Se neste percurso, Andrade não sofreu tantos efeitos, sendo conduzido coercitivamente na sétima fase da Operação Lava Jato, denominada Juízo Final, e liberado logo em seguida, Coutinho de Sá chegou a ficar preso por 9 meses.

O ex-diretor financeiro foi ainda demitido pela empreiteira OAS e, após o desligamento, acusado de participar de esquema de pagamento de propinas de contratos com a Petrobras, referentes a obras na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e na Refinaria do Nordeste Abreu e Lima (Rnest).

Seu advogado, Juliano Breda, destacou o teor do erro de Moro, mas agradeceu à justiça de segunda instância ter corrigido e percebido o erro da condenação. "A defesa lamenta o período em que ele permaneceu preso e comemora a absolvição, pois sempre sustentou a sua inocência", afirmou.

Cal Garcia Filho, advogado de Andrade, também destacou o "grande erro de Moro", e que a condenação a 4 anos não tinha sustentação em provas.