Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


segunda-feira, 27 de março de 2017

Assim como dantes,...!

Amigos e amigos.
A atual "crise de refugiados" na Europa financiada pela NOM é uma claríssima intenção de destruir a cultura européia como um todo, da mesma maneira que ocorreu localizadamente com Roma no fim da Idade Média. Os maiores inimigos atuais da Europa neste assunto são a grande podre mídia e o politicamente correto, que se unem para calar os "revoltados e revoltosos". Enquanto isso, os desastres se  metastizam no seio das nações européias.

Imagem relacionada
Apenas uma leva de refugiados.
Vocês poderão ver no texto a seguir como uma onda descontrolada de pessoas gera todos os tipos de iniquidades a ponto de derribar um império. Adaptei deste link.
FAB29

Romanos e Godos se engalfinhando.

Como uma crise de refugiados destruiu o Império Romano

Há 16 séculos, a Europa vivia uma séria crise de refugiados. [...] Em 376, não eram os sírios que se deslocavam em massa, mas os godos, um dos povos que os romanos chamavam genericamente de bárbaros. Eles migraram para o sul e pediram abrigo no império mais poderoso do Ocidente. [...]
Naquele ano, o historiador e militar romano Amiano Marcelino registrou que os godos estavam sendo expulsos de suas terras por uma raça selvagem sem paralelos que desceu feito redemoinhos das montanhas, como se tivesse brotado de um canto escondido na terra, e destruiu tudo que se encontrasse em seu caminho. Eram os hunos, um povo nômade que se deslocou para a Europa Central em busca de terras e pastagens. [...]
Com isso, os godos caminhavam para se tornar mais um dos povos assimilados pelo império. Estrangeiros viravam cidadãos e seus descendentes podiam conseguir cargos na administração pública ou no exército. O império era um um relativo poço de diversidade para a época. Ao longo de sua história, houve imperadores que nasceram em províncias distantes da capital e até mesmo da Península Italiana. [...]
Militares corruptos, que deveriam administrar as provisões enviadas aos imigrantes a fim de ajudá-los a se firmar na terra nova, passaram a encher os próprios bolsos. Os godos começaram a passar fome, e a eles só restava adquirir carne de cão dos militares. Famintos e se sentindo traídos, os godos começaram a se rebelar. [...] Os romanos foram trucidados. Valente (governador da Trácia) não só morreu em batalha, como seu corpo jamais foi recuperado. [...]
Quando Teodósio (sucessor de Valente) morreu, em 395, o império romano foi oficialmente dividido em Ocidente e Oriente. A porção oeste estava cada vez mais fragilizada, e os godos chegaram à Itália em 402. Outros bárbaros também aproveitavam a situação. Os vândalos vandalizaram a Gália, e os próprios godos chegaram a Roma em 409. [...] O huno Átila simbolizou o fim de Roma, apesar de não ter conquistado a capital de fato. Tal feito coube a Genserico, rei dos vândalos, em 455.