Quando a alma deseja

A PALAVRA SÓ É LIVRE QUANDO FLUI PARA DENTRO DA MENTE, DO CORAÇÃO E DA
ALMA SEM RANCORES, DISTORÇÕES E FALSIDADES.

"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.

Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.

Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.

Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.

Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.

Mas, depois de muita análise e observação, se você vir que algo concorda com a razão

e conduz ao bem e ao beneficio de todos, aceite-o e viva-o."

Sidarta Gautama (Buda)


sexta-feira, 21 de julho de 2017

A Europa de quatro.

Amigos e amigas.
O estupro das culturas mundiais (especialmente a caucasiana) prossegue célere e brutal. Todos os valores cultivados e cultuados pelas nações européias e que são a base e o cerne de suas tradições e povos continuam a se deteriorar devido ao investimento dos supremacistas e à anuência oligofrênica da humanidade.

Abaixo, um texto que mostra mais uma punhalada desse apodrecimento financiado e levado a cabo para a total exasperação, prostração e submissão dos povos. Extraído daqui.
FAB29

Resultado de imagem para estupro


A França, Suécia, Alemanha e outras nações europeias estão no caminho para legalizar o estupro cometido por migrantes porque essa é a "cultura deles".


Por mais chocante que isso possa parecer, um recente número de estupradores que escaparam de uma punição severa, sugerem que haja um precedente já estabelecido para descriminalizar estupros por migrantes porque eles não "entendem culturalmente" as leis de estupro do Ocidente, ou até mesmo a palavra "não".



Em suma, os estupros cometidos pelos migrantes são minimamente interpretados como "mal-entendidos culturais" e, portanto, as vítimas nunca recebem justiça, o que significa que a legalização do estupro "de fato" está, em sua maior parte, já em vigor.



Por exemplo, um juiz alemão absolveu recentemente um narcotraficante turco apesar de acreditar em "cada palavra" da acusação da vítima de 23 anos porque, de acordo com o juiz, o que a vítima "tinha experienciado como estupro", incluindo ter sua cabeça enfiada entre duas camas depois dela dizer não, pode ser considerado "culturalmente" como "sexo selvagem" na Turquia.



"O promotor admitiu que a absolvição deve ter sido um duro golpe para a vítima", informou o Märkische Allegemeine, traduzido do alemão. "Por outro lado, não foi possível uma convicção porque não havia intenção comprovada de estupro [pelo acusado]".



Ainda mais, o homem turco alegou que ele não teria cometido um estupro porque ele tinha uma mãe e uma irmã.



"A narrativa de esquerda doutrinou os nativos alemães tão fortemente que seu respeito multicultural inclusivo e seu conformismo burocrático são capazes de enrolar o que é, sem dúvida, estupro em uma questão cultural ofensiva, uma questão que tanto a autoridade legal como a mulher sexualmente abusada responderam afirmativamentecomentou Damian Black ao Return of Kings. "Nada estava escondido, nada oculto; todas as evidências foram confirmadas e compreendidas, apenas para serem ignoradas como um mal-entendido étnico".



Isto não é apenas limitado a Alemanha, no entanto. Como relatei em abril, um muçulmano na Suécia se livrou da prisão por estuprar uma adolescente de forma anormal porque ele "não conseguiu entender a palavra não", de acordo com o Hovrätten (tribunal) da Suécia ocidental.



O tribunal ficou do lado do migrante ainda mais, sugerindo que o "não" repetido pela garota referia-se apenas ao sexo anal forçado, que os juízes de alguma forma não consideravam estupro.



E, como também relatei em fevereiro, um tribunal sueco condenou um migrante muçulmano a apenas dois meses de prisão depois de ter sido condenado por estupro de uma garota de 13 anos.



Ele também foi condenado a pagar o equivalente a apenas 2.800 dólares de indenização à vítima.



Esta é uma verdadeira cultura de estupro na Europa, mas não espere que as feministas americanas deem muita importância.